A Maquiagem “para Homens” De Chanel

A Maquiagem "para Homens" De Chanel 1

Quando saiu o primeiro maquiagem unisex, o celebré como a que mais. Este era o trajeto: cosméticos para o mundo todo. Porém, creio que, como de costume, quando sai um artefato que quer conseguir qualquer coisa tão imenso como é quebrar os estereótipos, nós fizemos uma bagunça com as escovas. Uma etapa… você ainda não me segue no Instagram, Twitter ou Facebook?

Não irá ser que a coleção inclui um lápis de olho se alguém quiser um assistir mais profundo, como os egípcios e lhe saiam seios ao fazer o delineado. Se a moradia francesa quer ceder o passo, uma coisa que me parece maravilhoso, vamos doar bem.

Já que o que se pretende reafirmar Chanel é que a lindeza não é uma dúvida de gênero. “Não há linhas, cores, atitudes ou gestos que sejam exclusivos femininos ou masculinos. Só existe o estilo” chegaram a falar pela nota de imprensa dos produtos. No entanto por muito que queiram fugir das categorias, são os primeiros a fazer a diferenciação, por linha de cosméticos e a mensagem acabam sendo contraditórias.

  1. Quatro Norma dos 2 tentativas
  2. E o que ocorreu? -perguntei
  3. Oui Petit
  4. “The brethren court”

Surgiu o sapato de ponta retorcida como um distintivo de classe social: quanto mais centímetros media a ponta, superior prestígio social, poderá-se achar quem o calçava. Chegou-Se ao absurdo, de forma que muitas vezes era inadmissível percorrer com tais artefatos, porém ao invés desistir de tão absurdo aditamento o que se fez foi segurar a ponta do joelho a partir de uma cadenita. Aquela moda repercutía negativamente no funcionamento dos cavaleiros: há que ter em conta que, no começo do século XIV tinha sapatos cuja ponta era de meio metro, e cujo usuário tropezaba com seus próprios pés. A essa moda ridícula seguiu outra igualmente absurda: o sapato alongado e pontiagudo se seguiu o sapato curto e muito largo ou sapato morro de vaca ou sapato pata de urso.

Uma moda de origem espanhola revolucionou o calçado em finais da Idade Média: a de os chapines, moda que triunfou em Veneza e Florença, onde fizeram furor os sapatos de plataforma, de madeira clara forrados de tecido ou couro.

Contudo, em muitas ocasiões, o calçado era referência de dificuldades. Estrenarlos era uma tortura numa época em que não existia a idéia de sapato à sua capacidade. Pela Idade Média este serviço se confiava a um fedelho, encarregado de levar os sapatos novos durante uma temporada, para que tomassem a forma do pé.

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