“Eu Desisti De Vários Projetos Para Fazer Feliz Os Meus Funcionários”

"Eu Desisti De Vários Projetos Para Fazer Feliz Os Meus Funcionários" 1

Tudo começou no momento em que David Tomás deu-se conta de uma manhã que não lhe apetecía dirigir-se para a empresa que ele mesmo havia co-fundado. Decidiu parar e ver a causa dessa falta de motivação e chegou à conclusão de que a tua organização não lhe acabava de convencer, portanto que foi lançada a reinventarla. Um objetivo pouco baladí, já que há estudos que apontam que os trabalhadores felizes permanecem o dobro de tempo nas suas tarefas, têm 65% mais de energia e a tua ligação para a corporação é maior.

É neste motivo que cada vez mais corporações se inserem à iniciativa de determinar a felicidade de teu paradigma. São poucas as organizações que medem a satisfação de seus trabalhadores. Tradicionalmente não executam, mas isso está mudando, por pressão da população mais jovem.

As gerações anteriores tinham a expectativa de que seu emprego seria para toda a existência e que, se alguma coisa não gostava, fazia fração do trabalho e tinham de se resignar. Enquanto que o milenar espera da organização algo diferente. Sentir-se valorizada, que tenha boa comunicação e não uma nítida hierarquia marcada que lhe faça se perceber inferior.

  • Este alien poderá enxergar desde que tem o olho de Ultra T
  • três Uso em criancinhas
  • Localizado no Nº47 no PWI 500 de 2012[92]
  • Alta viscosidade

Quando escrevi, há 3 anos, A empresa mais feliz do mundo naquele instante soou um pouco perturbador tratar de satisfação na corporação, porém a dia de hoje é algo mais normal e a sociedade sendo assim o exige. Qual o outro porquê se necessita esta modificação?

o Que lhe motivou a escrever sobre a diferença entre os milenials e da Geração X e Baby Boomers? Muitas pessoas com cargos diretivos me diziam que não entendiam os milenials, que lhes era muito penoso gerir, e eu não compreendia pelo motivo de em meu computador aproximadamente todos são dessa formação e estou feliz.

Em quais estilos colidem os empregados das gerações X e Baby Boomers com os Millennials? Os primeiros desconfiam da versatilidade e da independência que querem ter milenials em razão de temem a improductividad, no tempo em que que os últimos reclamam da rigidez, a hierarquia e a inexistência de proatividade dos outros. Uma coisa muito típica é o presencialismo. Os da Geração X ou Baby Boomers estão acostumados a passar muitas horas no escritório, eles pensam que se não estiver presente, você não está trabalhando. Entretanto, pros milenials serviço e vida pessoal estão integrados: conseguem estar tomando uma bebida com os amigos e respondendo a um modo de serviço a partir do seu telemóvel, em troca de uma flexibilidade de horário. E o que é melhor para o empresário?

o Que outros atributos procuram os milenials numa corporação ? Para eles é muito respeitável o feedback. Desde muito jovens têm tido acesso a internet, estão acostumados a colocar classificações a respeito de os restaurantes que vão e, até mesmo, de seus professores universitários. Outras gerações pensam que, se o chefe não lhes diz nada, é que o trabalho vai bem, em razão de só lhes chama pra pegarles luta.

E o millennial isso não sabe: se você não lhe dê infos, para ele é como se lhe dijeras que não se importa, que não existe. Qual a tua avaliação sobre esta maneira de aprender as relações humanas no serviço? Eu acredito que os milenials têm justificativa e que acabaremos sendo milenials. É uma geração que tem criticado muito e não há dúvida que não é bem sucedido visto que tem coisas muito positivas que o resto de gerações está adotando.

Por que é que critica? Por impaciência. Mas assim como vejo pessoas mais velhas que é muito impaciente e fica muito nervosa. Não são só eles, nós somos todos os que avançamos nesta modificação. Exportemos o afirmativo que tem a geração milenar ao resto, vamos tentar que as empresas e o trabalho se adaptem a esta maneira de ser.

O ordenamento e o controle é passado de moda? O estará. Muitas organizações e chefes continuam aplicando porque não conhecem forma diferente de liderança. O paradigma atual é bem mais colaborativo. O milenar não quer um chefe, porém um ‘coach’, alguém que se ponha a teu lado e que procure o positivo que tem, o que lhe fixe desafios, compartilhe idéias pra ajudá-lo a fazer o salto profissional. Mas se vê que o chefe tem poder a respeito eles, que não deixa de opinar nem sequer lhes pergunta, se desmotivan e preferem modificar de organização.

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