“Eu Tentei Escrever “A Feira Das Vaidades” De Nossa Transição”

"Eu Tentei Escrever "A Feira Das Vaidades" De Nossa Transição" 1

Na sua novela anterior contava a história da filha preta da duquesa de Alba, neste instante passa do gênero histórico do romance de alta nação, um gênero que imediatamente ilustrou em “Pequenas infâmias” ou “Cinco moscas azuis”. Sim, é um gênero que me é confortável já que não o conheço. E, por outro lado, dá-me a impressão de que não é refletido pela literatura espanhola.

Como esta de pela Inglaterra, há uma infinidade de livros nesse tipo, como na França ou na Itália, aqui no Brasil não é tão comum. É Portanto que me interessava contar os segredos desta comunidade. Na novela aparece um universo de frivolidade, entretanto que esconde histórias subterrâneas. Você teve o intuito de fazer um fresco social da Espanha dos últimos sessenta anos?

Essa foi a minha intenção primeira: retratar como foi alterado Espanha do pós-luta até nesse lugar. Deste jeito tomo três mulheres que são, de algum modo, representativas de cada uma das épocas. Uma é presente, outra é a Transição e outra são os anos 50. Assim irei contando como tem evoluído a Portugal e ao mesmo tempo faço um retrato social, em que não ausência a sátira.

o que Pode ser a protagonista Beatriz Calanda como uma espécie de personificação de Portugal? É uma pessoa que constrói a sua própria biografia, algumas vezes com mentiras, quem sabe, como foi feito por este nação, com alguns capítulos incômodos de sua História recente. Claro, eu escolhi este protagonista, em razão de é muito representativo de nossa sociedade. Antes quis saber um bebê que queria ser maior e dizia bombeiro ou astronauta, já você diz que quer ser famoso.

Sempre me chamou a atenção essa gente que consegue transformar tua vida numa novela por entregas e cincelarla a base de umas verdades e algumas mentiras. Você neste momento tentou fazer uma espécie de “feira das vaidades” da alta população em Transição?

com efeito, toda a idéia me surgiu lendo “feira das vaidades”, de W. Thackeray. Já tinha lido de garota e de repente me encontrei por residência, comecei a reler e não podia parar. Com que significado de humor e inteligência é feita. Então me propus a botar o dia esta feira de vaidades.

  • Passos para fazer uma foto de propriedade
  • Chris Galland: assistente
  • dois Temporada 2015-2016
  • 2 Parque urbano
  • 1º prémio: Comissão de Rua Cuba-Porto Rico

Você é boa conhecedora do mundo do jet-set passado pelo crivo da ironia. As pessoas deste universo tem terror do traço de apresentar-se em alguma novela? Eu escrevi há longo tempo “Yuppies, Jet Set, movida e algumas espécies”, que era como um retrato de numerosas camadas da nação.

Uma era da alta população, a outra era a jet set, a outra era a burguesia ilustrada e, em seguida, movida que é o que estava pela moda naquela data. Nesse instante, a gente dizia: “Você tem muito perigo, por causa de você parece um mosquito morta e neste local está você, tomando nota de tudo”.

Seu protagonista tem muito de uma famosa dama do papel couché. Como Era sua vontade aconselhar alguma idéia ficcional de Isabel Preysler? Foi envolvente digitando? Por um lado eu tenho engraçado já que, no fundo, estou retratando a minha infância e a minha adolescência. Eu cheguei a Portugal no ano de 1965. Já não era essa competição tão dura, mas continua a existir uma Espanha em branco e preto, com o peso da moral e da religião.

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