Pôr Em Cena

Pôr Em Cena 1

Pôr em cena (da frase francesa Mise-en-scène. Não precisa ser confundido com o conceito, mais específico, de projeto de realização. Foi qualificado de “magnífico termo indeterminado” pela crítica do cinema, não por qualquer ausência de definições, no entanto por causa de o termo tem tantos sentidos diferentes, que há insuficiente consenso a respeito de sua explicação concreta.

As performances em forma de todo tipo de mecanismos e recursos (apresentações, imagens, símbolos, rituais, etc.) utilizados pelo poder político e as pessoas e organizações montadas em teu torno. A “pôr em cena” como conceito utilizado no cinema e pela tv, viria a ser um sinônimo de composição aplicada ao local audiovisual. No teatro, sabe-se por pôr em cena o serviço do diretor ou diretor de teatro, que consiste em conduzir à cena um texto dramático, transformando-o numa representação teatral.

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  • Texto: Guilherme Lamolle, Adrián Salina, Damião Salina
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de Acordo com esta explicação mais ampla, a pôr em cena faz referência à conjugação dos elementos que compõem a imagem e a representação teatral, a saber: dramaturgia, visão, cenografia, iluminação, som, figurino e caracterização. De carreira, a encenação se aplica ao conjunto do serviço do diretor de cena. Incluímos passando fatos de navio do teatro e sua “paisagem”, quando aplicado ao cinema, se expõe a tudo o que aparece diante da câmera e o seu arranjo – sets, cenários, atores, figurino e iluminação-, ou seja: a “cenografia cinematográfica”.

Esta curta explicação de mise em scène não é compartilhada por todos os críticos. Para alguns, isso se alega a cada um dos elementos do modo visual – isto é, tanto elementos em jogo, como os aspectos da câmera. Para outros, como o crítico de filme norte-americano Andrew Sarris, isto leva sentidos místicos relacionados com o tom emocional de um vídeo.

No cinema, alguns teóricos como André Bazin, tiraram o termo encenação (mise-em-scène) mostrou para identificar o trabalho da composição do plano de direção baseada pela montagem. Aquela discernimento que faziam os críticos, atualmente não tem sentido, em razão de o normal é que convivam duas coisas: mise-en-scène e montagem, ou que a encenação tenha passado a um segundo plano. Bem como vemos que, ao sentar-se primeiro, se levanta outro e cruzam seus movimentos… É falar, uma espécie de coreografia que lhe oferece dinamismo e interesse para os planos, e que, como disciplina está, obviamente, herdada do teatro.

Há realizadores cinematográficos que tenham se destacado por teu pôr em cena. Seriam alguns dos mais explícitos Jean Renoir e Robert Altman. Em seus estilos particulares conseguem localizar este tipo de planos longos de duração, talvez, planos-sequência, e uma amplo quantidade de personagens que precisam interagir. A encenação, entendida como realização, nasceu quase ao mesmo tempo em que o cinema-ficção ou o cinema-arte, quando o cinema deixou de ser só um prolongamento da fotografia, entendida esta como um meio de captação de imagens em movimento. O discurso dos Lumière. A ideia por detrás da realidade, não obstante manipula o que aparece na imagem (o mediatiza), ao pesquisar composições que recolhessem os estilos artísticos em voga pela época.

Propriamente, este eco fez com que o cinema chama-se a atenção do público neste instante acostumado com as invenções que tinham a imagem em movimento, como o Kinetoscopio ou outros semelhantes. O discurso de Méliès. O discurso de Griffith. Combina a imagem cinematográfica com o discurso próprio do romance oitocentista, dando nascimento ao relato cinematográfico.

O discurso dos Lumiere e de Méliès se os engloba ante o rótulo de MRP (Modo de representação primitivo). Não é algo exclusivo destes primeiros cineastas, no entanto bem como de todos os que se realizavam cinema naquela data. Em contraposição, acha-se o discurso de Griffith e o da maioria dos que o seguiram.

Se lhes engloba perante o rótulo de MRI (Jeito de representação institucional). Com o ir dos anos, na curto história dos jogos do enredo foi ganhando pulsos para o jogo e cenas puramente visuais foram ganhando direito destaque. Os cenários têm que ser vestidos e enfeitados com os instrumentos que aparecem pela ação.

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